Missao 3 / Bloco C.1-C.2: new agent/src/gti_fiscal_agent/cfop_ippt_auto_apply.py
mirrors the existing rtc_auto_apply.py safety model for a new, narrower
capability (CFOP_IPPT_WRITE_V1): compare-before-write, stale-write guard
("human override sempre vence" - a value changed since the candidate was
selected is never overwritten), one transaction per cell, readback
verification, and rollback that only restores a value still equal to what
was written. Candidates come exclusively from field_contract.resolve_product's
own AUTO_FILL_SAFE classification for CFOP/IPPT - no new fiscal rule.
14 new tests (agent/tests/test_cfop_ippt_auto_apply.py) prove: flag OFF means
the caller never reaches a write; only CHANGE+write_eligible CFOP/IPPT cells
become candidates; a human edit between decision and write blocks the write;
a second run over an already-applied cell writes zero; a technical failure on
one cell never stops the batch; rollback refuses when the value changed again.
Deliberately NOT wired into agent/scripts/run_agent_service.py::execute_job,
and the Hub-side authorization/audit plumbing (Installation.cfop_ippt_write_mode,
audit table, job-delivered authorization - the same pattern as
central/app/rtc_audit.py) does not exist yet. No currently-published Agent
behavior (1.3.8) changes with this commit - nothing imports this new module.
See docs/CFOP_IPPT_WRITE_CAPABILITY_V1.md for the acceptance roteiro (test
products only, never real ones) and what remains before this can ever be
activated for a real installation - deliberately left for review before any
further step, per this mission's explicit instruction not to publish it active.
Also: dossie_contador.md (internal + anonymized) updated with the Bloco B
finding that the ~9.5% CST=01 anomaly is confined to a single calendar month
(not the whole year), with no fiscal-dimension (NCM/CFOP/CSOSN/ICMS group)
explaining which items got it - consistent with a one-off technical event,
not a deliberate rule.
REAL_PRODUCT_FISCAL_WRITES=0 (no write path exists in this commit).
Co-Authored-By: Claude Sonnet 5 <noreply@anthropic.com>
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Dossiê para o contador — Missão 2 (2026-09-28)
Este documento não afirma nenhuma regra fiscal. Cada pergunta mostra a evidência real medida (somente leitura, sem gravação em nenhum banco) e qual clique na tela "Contexto Fiscal" do painel a resposta libera.
(a) Em CRT=1, o PIS/COFINS por item segue o cadastro do produto ou a operação/regime?
Evidência: nos 5 bancos auditados (Agent 2/GTI, CONSTRUCAO, MMMODAS, RINCAO, UNIAO — CRT 1 e
CRT 3), o cadastro do produto (C000025) nunca tem os campos de PIS/COFINS usados pela emissão:
mesmo quando a nota fiscal emitida traz um CST de PIS/COFINS preenchido, o cadastro está em branco
para o mesmo produto (23 casos confirmados no Agent 2). Em CONSTRUCAO, MMMODAS, RINCAO e UNIAO, a
emissão nunca preenche o CST de PIS/COFINS (0% dos itens, em todos os anos de histórico
disponíveis). Isso indica que a emissão não lê o cadastro — mas não decide se o valor correto é
"não aplicável", "por operação" ou um perfil fixo por empresa. Libera: card "Perfil de
PIS/COFINS" → escolher NOT_APPLICABLE, OPERATION_TIME ou um perfil JSON de 6 campos.
(b) O CST 01 emitido em ~9,5% dos itens é intencional?
Evidência: dos 34.946 itens de NFC-e emitidos pelo Agent 2, 3.336 (9,5%) trazem CST de PIS/COFINS = "01" — e são exclusivamente de dezembro/2022 (não "2022" em geral: nenhum item antes de 01/12/2022 ou depois de 31/12/2022 tem o campo preenchido; 90,9% dos itens daquele mês específico têm CST preenchido, os outros 9,1% não). Testamos se NCM, grupo do produto, CFOP, CSOSN ou o grupo de ICMS do item explicam quais itens recebem o CST: todos os 3.336 itens preenchidos compartilham o mesmo grupo de ICMS (vazio), e apenas 10 NCMs e 2 CFOPs aparecem no conjunto todo — ou seja, não há uma fórmula fiscal por trás disso, é um conjunto pequeno e homogêneo de vendas reais (refrigerante, macarrão, cerveja, biscoito — produtos plausíveis, não lixo de teste) concentrado num único mês. Esse mesmo mês (dezembro/2022) já havia sido sinalizado em outra auditoria interna como um período com problema de integridade de dados (identidade de produto instável nas notas daquele mês). A leitura mais provável é que não é uma política fiscal deliberada — é um efeito técnico de um evento pontual (ex.: uma migração de dados ou uma versão diferente do software de emissão usada só naquele mês), não uma regra de negócio. Não decidimos isso por evidência insuficiente para confirmar a causa exata; a pergunta é se o contador reconhece esse episódio de dezembro/2022.
(c) CFOP_ENTRADA no cadastro do produto é necessário ou é sempre definido na nota de compra?
Evidência:
- Schema do Firebird (
RDB$RELATION_FIELDS/RDB$CHECK_CONSTRAINTSemC000025.CFOP_ENTRADA): coluna NULLABLE, sem DEFAULT, sem CHECK/domínio — o próprio SGV nunca exige um valor aqui a nível de banco. - Uso real é muito diferente entre clientes: no Agent 2 (GTI), CFOP_ENTRADA está em branco em 527/527 produtos (100%). Em RINCAO, 891/894 (99,7%) em branco. Mas em CONSTRUCAO, MMMODAS e UNIAO o campo está preenchido em 99,8%/99,9%/99,97% dos produtos, com valores plausíveis (1102, 1403, 2202 etc.) — ou seja, alguns clientes efetivamente mantêm esse cadastro, outros não.
- Isso mostra que não existe uma regra universal: depende de como cada loja opera. Por isso o motor
já trata isso como uma decisão por instalação (
entry_scope), nunca uma regra fixa do sistema. - Não verificado nesta sessão (requer acesso ao executável da tela de entrada de nota, que não
fizemos): se a tela de lançamento de nota de compra do SGV lê o CFOP_ENTRADA do cadastro como
sugestão inicial, ou sempre pede a digitação manual. Roteiro de 5 passos para teste manual:
- Anote o CFOP_ENTRADA atual de um produto de teste (ou deixe em branco).
- Abra o cadastro do produto no SGV e grave um CFOP_ENTRADA diferente (ex.: 1102).
- Lance uma nota de entrada (compra) desse mesmo produto.
- Veja se o CFOP do item da nota já vem preenchido com o valor do cadastro, ou em branco.
- Repita com CFOP_ENTRADA em branco no cadastro e confirme se a nota exige digitação manual.
- Libera: card "CFOP de entrada padrão" →
INTRA,INTERouMIXED_OR_DYNAMIC(este último não bloqueia mais a completude do produto — Missão 2, Bloco 3.4).
(d) O que mais o dry-run deixou como decisão pendente com evidência insuficiente?
- COD_ORIGEM_MERCADORIA (origem da mercadoria): nenhuma fonte automática existe no ERP para decidir nacional/importado — 526 de 527 produtos do Agent 2 não têm nenhuma evidência. Só pode ser respondido produto a produto ou por grupo, nunca por uma regra geral.
- icms_treatment para 12 produtos (Agent 2) cujo CSOSN está em branco — a maioria concentrada em
produtos de teste/cadastro incompleto (nomes como "TESTE...", "BUG", "SDFSDFSD"), mas 12 produtos
reais também aparecem (Coca-Cola, queijos, peixes) — ver
docs/runs/GTI_dryrun_universe_summary.json. - 30 produtos com CSOSN em branco no Agent 2 (medição em 2026-09-28; uma medição anterior de
2026-09-27, registrada em
central/app/fiscal_context_ui.py, contava 28 — a diferença de 2 é compatível com o cadastro de produtos de teste que muda dia a dia neste ambiente, não uma divergência de regra). Nenhuma simulação escreve nada; o padrão 102 só se aplica de fato após a confirmação do "Tratamento padrão de ICMS" no card correspondente, e mesmo assim o motor consulta o tratamento antes de propor o código (nunca aplica 102 cegamente).
Como usar este dossiê
Cada resposta é dada uma única vez, no painel ("Contexto Fiscal", aba do Agent), nunca escrevendo
nada no Firebird diretamente — a decisão fica registrada e auditada (FiscalContextEntry), e só
depois disso o motor passa a considerar o campo resolvido (ou explicitamente não-bloqueante).
Nenhuma decisão aqui é assumida por padrão.